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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Faire La Bombe: um charmoso lugar em Pinheiros

Eu, como toda boa mulherzinha, amooo um docinho. Logo, quando fico sabendo de algum lugar que tenha delícias vou logo atrás experimentar. No fim de 2011 foi inaugurada em Pinheiros a Faire La Bombe, uma casa especializada em bombas (as éclairs francesas). Mas engana-se quem acha que vai entrar e encontrar aqueles doces imensos, que mais parecem salsichas de chocolate.


O local já se destaca pela fachada: uma casinha antiga reformada que lembra um café francês, desde a mesinha na calçada a fachada em vidro com a logo da empresa estampada. Ao entrar música de primeira qualidade (acid jazz, lounge e similares), um imenso sofá, mesinhas e cadeiras num salão apertadinho e charmoso. No balcão, éclairs pequeninas (cerca de 7cm de comprimento) dos mais diversos sabores que vão muito além do batido chocolate ao leite.


No cardápio há 13 opções de sabores, dos tradicionais aos mais elaborados como avelã, damasco e amêndoas. Para acompanhar, cafés e seus derivados, água, chás industrializados, refrigerantes e espumantes (siim! Chandon). Eu provei 2 sabores: maracujá com chocolate ao leite e doce de leite (Uruguaio) com chocolate. A massa é fininha e o doce derrete na boca. Há 3 opções de tamanho: pequeno (cerca de 7cm), grande e mini (só sob encomenda). Impossível comer um só!

Faire La Bombe
Rua dos Pinheiros, 223
Pinheiros - São Paulo - SP
Telefone: 55 11 2628-7667
Aberto de Terça à Sábado das 11h às 20h / Domingo 11h às 18h.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Noitada: Capital da Villa

Minha experiência no Capital da Villa parece ser a justificativa para seu baixo movimento numa esquina movimentadíssima da Vila Madalena: Fradique X Inácio Pereira da Rocha.
Minha primeira decepção foi logo na calçada, por volta das 23h de um sábado, ao olhar para dentro do bar e avistar meia dúzia de cabeças sentadas e não haver fila do lado de fora para entrar. Poderia ser um fenômeno geral, em que todos decidiram ficar em casa naquele dia (exageraram na sexta...), logo todo o bairro estaria vazio, mas não... o fato tornou-se mais grave após dar uma volta no quarteirão, notar todos os demais bares com pessoas até na rua e retornar lá e continuar o mesmo marasmo. Como sentir coragem de entrar num local totalmente deserto? Não era restaurante romântico nem festa fechada, os diversos efeitos de luz de dentro do bar iluminavam e agitavam a pista das moscas, nem mosca tinha. Eu e amigos entramos por motivos de força maior.


Fomos acomodados por um dos poucos garçons que o bar oferece em uma mesa com cardápio - que é até bastante vasto, embora falhe na ausência da boa e velha polenta frita, e possui alguns drinks com nomes peculiares como Tesão, Pau de Índio e Rita Lee (amarula, vinho e leite condensado). Com cardápio em mãos e pedidos na ponta da língua, a dificuldade agora era chamar a atenção dos moscas dos garçons.
Após um equívoco e outro, uns desentendimentos do garçom, recebemos nossas bebidas. Caipirinhas que poderiam estar mais doces e com menor teor alcoólico, e um Sex on the Beach que fazia jus ao nome e estava muy caliente e precisou de gelo adicional. Pelo menos a porção de provolone estava boa.
Ao contrário do que o moço da portaria nos informou, a dupla sertaneja começou a tocar (lá pela meia noite) mas o bar continuou vazio. Se não fosse as pessoas levantarem da mesa, seria muito triste a visão do salão. A segunda atração foi uma banda de rock nacional. O bar anuncia noite com pop-rock, mas o pop fica limitado ao DJ-iPod nos intervalos e clipes dos anos 80 no telão (sem som). E ponto positivo é a qualidade das caixas de som e da altura, não saí surda no fim da noite.

foto do salão (mais ou menos do jeito que a gente encontrou)

A mão errada do barman é percebida nas demais mesas nas quais o balde com cerveja impera. Outro ponto bom são as comandas individuais. No mais, a noite só será boa se você levar muita gente com você e fechar o bar. No sábado mais cedo rola feijoada com pagode, espero que a animação seja melhor...

Capital da Villa
R. Fradique Coutinho, 888 - Vila Madalena
(11) 3672-8097 / 3813-2956
www.capitaldavilla.com.br

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Noitada: Bar Matrix

Localizado no burburinho da Vila Madalena, em local privilegiado, o Matrix Bar e Café decepciona da fachada aos fundos. De fachada nada convidativa, com cara de sex shop de periferia (com direito a neon vermelho), só entrei porque tinha sido convidada para um aniversário. Logo na porta, você é recepcionado por um porteiro/segurança de simpatia que espanta qualquer vilão de desenho em quadrinhos, e é informado de que mulher não paga entrada e homem paga 20 ou 40 consumação. E tem que pagar ali mesmo, com dinheiro ou na máquina de débito pendurada na mão do simpático porteiro. E nada de comandas. Se pagou na entrada, recebe pedaços de papel mais obsoletos que ficha de quermesse. Se for mulher e não pagou entrada e quiser pedir algo, tem que chegar no balcão com dinheiro na mão e pagar pelo que quiser beber (evita-se filas no fim da balada para enfrentá-las durante toda a noite).

Foto do bar (retirada do site)

A casa é dividida em 3 ambientes, logo de entrada está o bar, em um ambiente com mesas e cadeiras que ficam lotadas durante a noite inteira; o 2° ambiente é a pista de dança que demora a pegar fogo, enquanto o DJ tenta se achar no setlist, até acertar no gosto da galera teen alternativa que recheia o bar; e o 3° ambiente, em que se chega após passar pelo tenebroso corredor de banheiros (que fede desde o início da noite e só piora com o passar das horas), é um salão com 2 mesas de bilhar forradas com tecido lilás, uma minúscula lojinha e uns sofás ao fundo que recebem quem está esperando a vez para jogar ou quem está esntediado com a qualidade do som da pista.

Os drinks são feitos pelas mesmas moças que recebem os pagamentos, pecando no quesito higiene, além de errarem a mão em certas doses, sem contar os copos de plástico. Só há 1 tipo de cerveja no cardápio: Brahma Long Neck a 7 reais. Há quitutes e petiscos caros e ao analisar a higiene do local fica-se com medo de experimentar.
O lugar é indicado para rebeldes sem causa, que acabaram de fazer 18 anos, ou ainda não fizeram - já que a casa não exige apresentação de documento na porta -, querendo fazer tipo de adultos descolados e querendo embebedar os amiguinhos que não são de beber, deprimente. Para quem quiser ouvir um rock bom , beber e petiscar, há melhores opções na cidade.

Matrix Bar e Café (não sei o porquê do café no nome)
R. Aspicuelta, 459 - Vila Madalena
(11) 3814-6056
www.matrixbar.com.br